Hoje (21) é celebrado o Dia Internacional da Síndrome de Down, que neste ano tem como tema “Meus amigos, Minha Comunidade: os benefícios dos ambientes inclusivos para as crianças de hoje e adultos de amanhã. O objetivo é mostrar a importância da inclusão.

Uma pessoa com síndrome de Down pode aprender, brincar, trabalhar e levar uma vida autônoma, desde que lhe seja dada a oportunidade e os recursos necessários para ocupar seu espaço na sociedade.

É um dos tipos de malformação congênita mais comuns e também a com melhor perspectiva de vida. Mas para isso é preciso acompanhamento médico adequado e o apoio da sociedade, começando na família.

Descoberta

A síndrome de Down (SD) foi descrita pela primeira vez em 1866, pelo inglês John Langdon Down. Em 1959 foi descoberto que é uma alteração genética. A célula humana normal possui 46 cromossomos divididos em 23 pares. A pessoa com SD possui 47, sendo que o cromossomo extra é ligado ao par 21, por isso a síndrome também recebe o nome de trissomia do cromossomo 21.

Segundo a geneticista e responsável pelo Centro de Diagnóstico da APAE de Vitória, Terezinha Sarquis Cintra, além da conscientização e apoio de todos, também é importante que a criança receba o acompanhamento adequado desde os primeiros meses de vida. \”Entre os principais cuidados estão as consultas periódicas com neurologista, pediatra ou geneticista, acompanhamento com fonoaudiólogo e fisioterapeuta, além de atividades físicas e culturais.\”